Partimos seis e chegamos seis. O que ja nao e pouco.
Fui com o Arlindo, o Jorge, o Roger (catalao) e duas espanholas: uma verdadeira e outra falsa (a falsa na verdade e Polaca, mas fala muito bom castelhano).Por ser um fim-de-semana expandido os comboios estavam cheios do que resultou nao haver lugares sentados para todos. Eu puxei dos meus galoes de Interrailer vagamundo e deitei-me no corredor a dormir o sono dos justos enquanto hordes de Polacos tentavam nao me pisar os orgaos vitais ao passar. Ate ja tinha saudades e se e verdade que dormi bem, tambem nao e mentira que estava de directa.
Acabamos por nao ir a Auscwhitz, e tambem nao fomos as minas de sal. O que me agradou pois por muito grandes e salgadas que sejam, ha um limite maximo relativamente baixo de diversao que se pode ter numa visita de tres horas (mais viagens) a umas minas de sal. E sabido.
Restou-nos entao o meu turismo preferido, deambular pela cidade a ver aleatoriamente pontos de interesse criteriosamente seleccionados e sempre em etapas bem definidas com inicio e fim num cafe ou bar qualquer escolhido ao acaso.Defendo que as cidades se definem pela sua Beleza, Pessoas e Cafes e que so a observacao directa da simbiose entre estes tres as permite conhecer, por pouco que seja. Pelo que me foi dado a ver e em relacao a Poznan, Cracovia tem mais vida e mais cosmopolita, e portanto mais cidade.

3 Comments:
Será hereditário?
Sei de alguém que, com 22 anos, em Paris, "queimou" uma parte da manhã sentada numa esplanada, a sentir a cidade e as suas pessoas...
olá Pedro. Foste a Cracóvia? Que inveja!!!
Devias ter ido visitar Auschwitz. è um marco na história da Humanidade.
Carla do Diogo
olá Pedro. Foste a Cracóvia? Que inveja!!!
Devias ter ido visitar Auschwitz. è um marco na história da Humanidade.
Carla do Diogo
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